Bom dia colegas!
Reservamos esse espaço para uma maior divulgação de recursos que possam enriquecer as suas aulas, tornando-as atrativas ao novo universo dos nossos alunos.
Toda colaboração é muito bem vinda.
Participem! Esse é o nosso espaço!

Dicas e manuais

Aqui disponibilizaremos manuais e dicas diversas para uso de computadores, notebooks e data show.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Em tempos de nativos digitais: a inovação educacional

Muito se tem avançado emrelação ao uso pedagógico crítico da tecnologia, mas uma das principais mudanças observada é que hoje os alunos já nasceram em tempos de computadores, celulares, televisão digital e, como se não bastasse, de Internet. Diferentes de nós, "Imigrantes Digitais", eles são os legítimos "Nativos Digitais". (Prensky, 2001)

Os alunos de hoje dificilmente recusam a utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) na aprendizagem. Para eles, as TIC não representam uma barreira à aprendizagem, pois são instrumentos que eles conhecem desde sempre, que apreciam e que dominam com naturalidade. Por outro lado, os docentes, em sua maioria, ainda são da mesma geração da década de 90, que não conviveram com as TIC desde pequenos e aprenderam a aprender e a ensinar com outros tipos de recursos. Os professores, então, têm de se adaptar ao mundo das tecnologias e muitas vezes, têm dificuldade em "tirar os pés totalmente do passado", como um imigrante.

Eduardo Chaves em seu artigo "Filosofia da Educação: Um Encontro Possível entre o Professor e a Tecnologia", escrito em 2000 (há dez anos!), propôs que o maior desafio para o uso pedagógico da tecnologia "não é o custo do equipamento, não é a inexistência de software adequado e não é a dificuldade técnica de capacitar o professor no manejo dessa tecnologia", mas sim a falta de consenso sobre o conceito de educação e, consequentemente, sobre o papel da escola e deles próprios, os professores, dentro da escola. Assim, dificilmente eles estarão em acordo em relação ao uso que deve ser feito do computador nesse ambiente. Vale ressaltar que nessa época, em 2000, o uso da Internet ainda era muito restrito. A Web 2.0 ainda não havia sequer dado sinal de vida.

Nesse mesmo artigo, Chaves menciona outro artigo seu publicado em 1983 (há mais de 20 anos!) em que dizia que “fundamentalmente, a controvérsia maior ocorre entre os que defendem a utilização do computador basicamente como um instrumento de ensino e os que defendem a utilização do computador basicamente como uma ferramenta de aprendizagem. Pode parecer que a questão não é tão fundamental assim e que tudo não passaria de uma questão de ênfase. Contudo, há aspectos importantes por detrás destas colocações”.

A concepção de educação que enfoca o ensino, está fundamentada na visão Durkheimniana de que a educação é um processo de transmissão de conhecimentos de uma geração a outra, preservando a tradição cultural de um grupo e reproduzindo as estruturas sociais. Essa visão foi duramente criticada pelos escolanovistas e, no Brasil, encontrou possivelmente em Paulo Freire o seu maior oponente. Nessa perspectiva, a tecnologia tem uma utilidade pedagógica um tanto quanto limitada. Como ferramenta de ensino, ela é bastante utilizada como instrumento de acesso à informação, ao conhecimento historicamente produzido, e só.

Do outro lado, encontramos a concepção de educação que enfoca a aprendizagem como principal elemento. Nessa concepção, o professor deixa de ser o "transmissor", e passa a ser o facilitador, mediador da aprendizagem. Conforme sugere Freire, a aprendizagem não se dá em processos individuais, mas na interação com o outro, com o mundo. Nesse contexto a tecnologia adquire outra dimensão. Uma ferramenta que possibilite não apenas a interação entre aluno - professor, inclusive em outros ambientes além da sala de aula, mas também entre aluno - aluno e aluno - mundo simultaneamente, é bastante bem-vinda. Nessa perspectiva a tecnologia é essencialmente uma ferramenta de aprendizagem.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Webcidania: converse com os candidatos pelo Twitter


Desafio 4 da Pauta

"Eu na Eleição = webcidadania"

Você é um cidadão! E pode aproveitar as eleições para falar diretamente com os candidatos, políticos e com os partidos. Pode fazer perguntas, dar sugestões e cobrar pela atuação (ou falta de atuação) deles usando o Twitter. Torne-se um webcidadão!Como?

1 - Escolha o/a(s) candidato/a(s), político/a(s) ou partido(s) político(s) para o/a(s) qual(ais) deseja enviar uma mensagem pelo Twitter.

2 - Caso não tenha o Twitter dele(a), faça uma pesquisa para descobrir. Como?

Uma dica é usar o Google. Coloque no campo de pesquisa o nome do partido, ou do(a) candidato(a) ou do(a) político(a). Nos sites que encontrar pode haver a informação de qual é o Twitter dele/a(s).

Outra maneira é usar uma ferramenta do Twitter para localização de pessoas e instituições. Depois de fazer o login no seu Twitter, clique em "Find People", digite o nome que procura e clique em "Search". Estas orientações constam do tutorial sobre uso do Twitter, publicado aqui no Minha Terra: veja.

Você pode experimentar outras formas de localizar estas informações! Use sua criatividade e seus conhecimentos!

3 - Agora que você já tem o Twitter dele(a), é só enviar sua mensagem. Você ainda não tem o seu Twitter? Então crie um agora!Veja como.

Para enviar sua mensagem, é muito importante escrever, antes da mensagem, o perfil do destinatário (@ seguido do nome do destinatário escolhido e localizado por você) e a tag (marca)#eunaeleicao (não se usa ç nem acentos no Twitter).

Em seguida, digite sua pergunta, seu comentário, sua sugestão ou mesmo a sua cobrança! O desafio é ainda maior porque você só tem 140 caracteres de espaço para construir sua mensagem!Exemplo: "@fulano #eunaeleicao sugiro ajudar mais os idosos com leis sobre saúde familiar para não precisarem sair de casa e irem até hospitais"

4 - Conte no blog do Minha Terra sobre sua ação e também se recebeu alguma resposta, copiando-a em sua mensagem. Aproveite para nos enviar, através do Twitter, a resposta que recebeu, incluindo na mensagem o perfil @minhaterra.

Parabéns! Você agora é um Webcidadão: ainda não pode votar, mas já está ajudando o Brasil a melhorar, atuando politicamente por meio da internet.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Seis Pilares da Educação Digital - PED

* Busca de informações (pesquisa da informação)

* Organização, armazenamento e recuperação das informações encontradas (gestão da informação)

* Análise, processamento e avaliação das informações (tratamento da informação)

* Troca e permuta das informações em contextos interpessoais (compartilhamento da informação)

* Divulgação oral e escrita da informação em contextos públicos (disseminação da informação)

* Discussão e debate da informação (crítica da informação)

De Eduardo Chaves.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Explorando Mensagens Instantâneas (SMS)

Todos com seus aparelhos e já com a agenda organizada, a proposta é escrever textos da maneira formal e, num segundo momento, mensagens instantâneas. Nesta atividade, o professor deve enfatizar a norma culta de linguagem, conversar sobre os diferentes tipos de textos, sua objetividade, coerência e como escrever de forma clara e concisa.
Para que todos participem da atividade, pode ser realizado um sorteio: cada um terá de escrever para o colega sorteado, sem se identificar. Ao receber a mensagem, o aluno a lê e cabe à classe adivinhar quem escreveu.
Os bilhetes escritos em papel ou em forma de mensagem de texto, no celular, podem ser transcritos na lousa, pelo professor que, junto com as crianças, analisará se é compreensível,
se está coerente e se está escrito corretamente.
Alertamos, mais uma vez, que cabe ao professor orientar seus alunos para não escrever termos pejorativos, mantendo em seus bilhetes e mensagens o respeito para com o colega.
O professor pode participar da dinâmica, enviando mensagens surpresas à turma.
Outra atividade interessante é o ditado digital. Para trabalhar ortografia, o professor dita e as crianças escreverão no celular. Depois, deve ser feita a correção na lousa e a cópia em folha previamente preparada.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Celular e a Matemática

Os aparelhos possuem calculadoras e a proposta é que o professor ensine às crianças a utilizarem tal recurso. Em seguida, lançar situaçõe-sproblemas para resolverem da forma tradicional e, também, usando a calculadora do celular. O professor deve intervir sempre que necessário, lançando questões como: o resultado foi o mesmo? Qual está correto? Deve incentivar a turma
a raciocinar, interpretar e compreender as situações propostas, enfatizando que só a calculadora não é suficiente, se não houver o raciocínio e a interpretação correta do problema.
Mesmo tendo sido utilizada a calculadora, é fundamental a correção feita no quadro pelo professor. Pode-se, ainda, pesquisar com os alunos o custo das ligações e comparar os planos de diferentes operadoras.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

PROJETO “CELULAR NA ESCOLA”


Objetivos:
• Desenvolver atividades interdisciplinares utilizando o aparelho celular como recurso de estímulo.
• Incentivar a aprendizagem numa linguagem atual e dinâmica, aproximando-se da realidade e dos interesses do aluno.
• Questionar a utilização do aparelho celular: é indispensável? Como, onde, quando e para que usá-lo?
• Conhecer e debater o avanço dos meios de comunicação.
• Respeitar a diversidade com o reconhecimento das variadas classes sociais que se refletem nos inúmeros modelos de aparelho.
• Lançar questões que levem o aluno a refletir sobre a utilização inadequada do celular dentro da comunidade escolar.
• Analisar as diferenças entre a linguagem formal e aquela utilizada em mensagens instantâneas que, a cada dia, se propagam, contaminando as novas gerações. Despertando o interesse
• Apresentar o tema à classe, após autorização dos pais e responsáveis. Combinar com o grupo os dias em que serão utilizados os aparelhos em sala de aula.
• Com todos munidos de seus aparelhos, inclusive o professor, organizar os alunos em círculo para que apresentem seu celular aos demais. Lançar questões como:
– O aparelho é seu ou dos seus pais?
– Quando o ganhou?
– Quais recursos do aparelho você utiliza? Com qual frequência utiliza o celular?
– Seus pais impõem alguma limitação para uso do aparelho? Quais? Você concorda? Por quê?
• Juntamente com os alunos, analisar os diferentes modelos de aparelho, enfatizando que a função básica é igual em todos e há de se respeitar as preferências e condições de cada usuário.
O professor não deve permitir que haja piadas, deboches ou comentários preconceituosos pela falta ou inferioridade de modelo do aparelho ou de exibicionismo, no caso contrário.
• Criar um cartaz de utilização do celular que deverá ficar afixado na sala de aula durante o desenvolvimento do projeto. Os alunos, com a orientação do professor, completarão a tabela de forma coerente:

Onde usar?
Como usar?
Quando usar?
Por que usar?

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

ESCOLA E CELULAR EM DISCURSO AFINADO

Há uma grande identificação das novas gerações com o avanço tecnológico. As crianças de hoje são “plugadas” e utilizam-se de todos os benefícios e comodidades dos meios de comunicação modernos, que muitas vezes são parte indispensável de seu cotidiano.
Um dos problemas quanto ao uso das tecnologias nas escolas é a falta de professores capacitados para ensinar e extrair ao máximo os benefícios proporcionados por elas. Ainda existem aqueles resistentes em trazer para a sala de aula tais inovações, uma lástima, pois é nítido que o trabalho
se torna mais envolvente, criativo e estimulante. Todavia, tal resistência ocorre no Brasil. Em outros países, já existe a prática de ensinar valores usando as novas mídias, para tornar o aprendizado mais dinâmico e interessante. Já foi até criado um nome para o método de ensino via celular e outras tecnologias móveis – o M-learning. A Escola Secundária Carlos Amarante-Braga, de Portugal, por exemplo, está superantenada com essa tendência.
Pesquisando sobre o tema, encontramos muitos artigos brasileiros defendendo a proibição do aparelho no âmbito escolar. Já segundo Maurício Petinelli, educador da SDA Pesquisas em Educação, usar o celular de maneira didática depende dos “combinados” entre professor e aluno.
O educador deve propor as regras antes. Assim ele cumpre a função de facilitador e, ao mesmo tempo, dá ao aluno responsabilidade e autonomia para realizar a proposta pedagógica.
Concordamos com ele e lembramos a afirmação de Paulo Freire: “Ninguém educa ninguém, ninguém se educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”. Logo, é
preciso ter espírito aprendiz, conhecer os alunos, o tempo em que vivemos, as novas possibilidades que se apresentam, transformando nossa prática.
Por tudo isso, pensamos em uma sequência de atividades simples baseadas no telefone celular para atrair os alunos e dar um up grade nas aulas. Criamos um projeto para trabalhar com alunos já alfabetizados do 1° e 2° ciclo do Ensino Fundamental, com duração de, aproximadamente,
um mês, podendo estender-se durante todo o ano letivo.